<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>:: Portal da Radiologia ::</title>
	<atom:link href="http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://portaldaradiologia.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Apr 2012 14:14:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Meios de Contraste</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2640</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2640#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiologia Constratada]]></category>
		<category><![CDATA[Bario]]></category>
		<category><![CDATA[contrastados]]></category>
		<category><![CDATA[Contrastes]]></category>
		<category><![CDATA[Gadolíneo]]></category>
		<category><![CDATA[Iodo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2640</guid>
		<description><![CDATA[Estas substâncias são utilizadas em certos tipos de exames para permitir uma melhor avaliação de algumas estruturas do nosso corpo, sendo assim, indispensáveis para o diagnóstico em diversos casos. Os meios de contraste utilizados nos exames de Radiologia e Diagnóstico por Imagem são fabricados utilizando basicamente três substâncias com diferentes utilidades: o bário, o iodo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/07/contrastado.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2641" title="contrastado" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/07/contrastado-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Estas substâncias são utilizadas em certos tipos de exames para permitir uma melhor avaliação de algumas estruturas do nosso corpo, sendo assim, indispensáveis para o diagnóstico em diversos casos.</strong></p>
<p><span id="more-2640"></span></p>
<p>Os meios de contraste utilizados nos exames de <strong>Radiologia e Diagnóstico por Imagem</strong> são fabricados utilizando basicamente três substâncias com diferentes utilidades: o bário, o iodo e o gadolínio.</p>
<p>Os <strong><em>contrastes a base de bário</em></strong> são utilizados por via oral em exames que se deseja demonstrar melhor o tubo digestivo (ex.: esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso) nos exames de raio-X e tomografia computadorizada. Estes contrastes não são absorvidos pelo organismo e são eliminados juntamente com as fezes, tornando-as esbranquiçadas por alguns dias após o exame ter sido realizado. Dificilmente causam efeitos colaterais, sendo o maior problema, o gosto um pouco desagradável, o que pode ser disfarçado misturando-se grosélia ou outro concentrado para sucos.</p>
<p>Os <strong><em>contrastes a base de iodo</em></strong> podem ser utilizados por via oral ou na veia. Quando utilizados por via oral, servem para demonstrar melhor o tubo digestivo, porém, diferentemente do bário, o iodo é parcialmente absorvido pelo organismo. Já quando utilizado na veia, eles servem para demonstrar melhor os diversos órgãos internos do corpo, bem como veias, artérias e alguns tipos de lesões.</p>
<p>Ao serem injetados na veia, eventualmente podem causar algumas sensações que são consideradas sem maior importância, como calor no corpo, leve aceleração dos batimentos cardíacos, vontade de urinar, náuseas, vômitos e gosto ruim na boca. Porém, além destas sensações consideradas normais, eventualmente podem ocorrer alergias leves e raramente alergias graves (para termos uma comparação, é o mesmo risco que se tem quando utilizamos uma injeção de Benzetacil®). Além disso, estes contrastes também podem desencadear crise de “falta de ar” em pacientes com asma. Sendo assim, qualquer história de asma ou de alergia a alimentos, medicações ou a ocorrência desses sintomas em exames que tenham sido realizados previamente devem ser informados ao médico antes da realização de um novo exame. Em alguns casos específicos, medicações anti-alérgicas podem ser utilizadas antes dos exames para reduzir o risco de alguma reação, as quais devem ser sempre prescritas por um médico especialista.</p>
<p>Existem, basicamente, dois tipos de contraste a base de iodo: os iônicos e não-iônicos. Os primeiros, por serem mais antigos, causam mais sintomas e têm maior risco de ocasionar alergias. Já os não-iônicos, são contrastes de última geração e raramente causam reações alérgicas (na Irion Radiologia, somente são utilizados contrastes não-iônicos por via venosa).</p>
<p>Os <strong><em>contrastes a base de gadolínio</em></strong> são utilizados apenas na veia em exames de ressonância magnética. São contrastes extremamente seguros e que dificilmente causam alergias e raramente têm contra-indicações.</p>
<p>Fontes: <a href="http://www.mediscan.com.br/meios-contraste.php">http://www.mediscan.com.br/meios-contraste.php</a></p>
<p>Fonte da imagem: <a href="http://amigosdaradiologia.spaceblog.com.br/547629/introducao-aos-meios-de-contraste-edido-por-thiago-castro-UNIP-campus-campinas/">http://amigosdaradiologia.spaceblog.com.br/547629/introducao-aos-meios-de-contraste-edido-por-thiago-castro-UNIP-campus-campinas/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2640</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curso de Petróleo e gás é perda de tempo e dinheiro</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2847</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2847#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 00:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiologia Industrial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2847</guid>
		<description><![CDATA[Marcos Valério Silva, fala sobre a área de atuação dos profissionais de Petróleo e Gás, com uma critica sobre os cursos de nível técnico e tecnológico. Gostaria de escrever este texto em forma de carta endereçada aos jovens desse país que estão perdendo tempo e dinheiro em cursos de Petróleo e Gás. Os cursos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
<a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2012/04/petroleo-gas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2848" title="petroleo gas" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2012/04/petroleo-gas-300x224.jpg" alt="" width="213" height="160" /></a>Marcos Valério Silva, fala sobre a área de atuação dos profissionais de Petróleo e Gás, com uma critica sobre os cursos de nível técnico e tecnológico.</strong></p>
<p><strong><span id="more-2847"></span><br />
</strong></p>
<p>Gostaria de escrever este texto em forma de carta endereçada aos jovens desse país que estão perdendo tempo e dinheiro em cursos de Petróleo e Gás. Os cursos de Petróleo e Gás a que me refiro neste artigo, são os de nível médio ou que formam tecnólogos. Não me refiro aos cursos de especialização, pois nestes casos o indivíduo já será um profissoional e está apenas buscando um diferencial em relação a outros candidatos.</p>
<p>Sou profissional offshore a vinte e dois anos, trabalhando na área de robótica submarina (ROV). Durante este tempo, trabalhando no Brasil e no exterior, aprendi o bastante para orientar jovens no ingresso nas carreiras de Petróleo e gás.</p>
<p>Tenho sido contactado por vários jovens que, após completar o curso de Petróleo e Gás, vêm me procurar pedindo orientação de como ingressar no mercado de trabalho. Estes novos cursos são de nível médio ou tecnólogos de nível superior. Neste momento já é tarde, perderam tempo e dinheiro.</p>
<p>Ocorre que estes jovens profissionais não possuem nenhuma formação específica exigida pelo mercado de trabalho na Indústria do Petróleo e gás. Muitos cursos sequer levam os estudantes para visitar uma plataforma.</p>
<p>Estes cursos são genéricos demais, dão uma visão genérica da pesquisa, exploração e produção do ouro negro, mas não especializam o estudante em nenhuma área de trabalho.Esses alunos melhor fariam se tivessem feito cursos de solda, plataformista, operador de rádio, hotelaria e cursos em áreas que realmente teriam aplicação prática na nossa indústria.</p>
<p>Você já viu algum anúncio nos jornais procurando técnicos ou tecnólogos de Petróleo e Gás? Nem a Petrobrás precisa desses profissionais. Pode ver os editais de concurso que vocês não verão a especialidade de Petróleo e Gás, isso nem é uma especialidade e sim um setor da Indústria.Quando você vê um anúncio pedindo um engenheiro de petróleo, ele está se referindo à engenheiros formados em outras áreas e que adquiriram especialização na escola da Petrobrás na Bahia, e/ou têm formação prática em plataformas.</p>
<p>É como se fizessem um curso para formar professores, ensinando somente a história da educação no Brasil e no Mundo. Neste caso não seriam ensinadas técnicas pedagógicas, psicologia infantil, métodos de pesquisa e tudo mais que um professor precisa para estar dentro de uma sala de aula.</p>
<p>O número de profissionais que a Indústria do Petróleo precisa para trazer o óleo e gás até o consumidor final, é muito grande. Esses profissionais são mecânicos, técnicos de eletrônica, mecatrônica, eletricidade, engenheiros nas mais diversas áreas de atuação, profissionais da área de segurança e meio ambiente, enfermeiros, operadores de rádio, profissionais de hotelaria etc. Existem também os profissionais de apoio em terra, como contadores, administradores, secretárias etc.</p>
<p>Essas são algumas das formações básicas que o mercado de trabalho exige para o ingresso do profissional na Industria do Petróleo. Quando se faz um curso de petróleo e gás, não se aprende nada específico que o mercado exige. São cursos teóricos que não serve de base para nenhum trabalho técnico ou operacional da cadeia produtiva do petróleo.</p>
<p>Na minha área específica, a robótica submarina, o candidato precisa ser formado em eletrônica, mecatrônica, mecânica, eletricidade e atividades afins. Somente depois de concluir um desses cursos, o profissional pode ingressar em uma empresa para aprender a trabalhar com ROV ou ainda fazer um curso de ROV em Macaé. A empresa RRC, consultoria e cursos, é uma das poucas escolas do Brasil na área de robótica submarina.</p>
<p>Para saber mais sobre ROV, pode-se ler o meu outro artigo neste site, chamado &#8220;O ROV na Indústria do Petróleo&#8221;.</p>
<p>Neste artigo gostaria de fazer um alerta aos jovens e aos seus pais que, pensando em preparar seus filhos para entrar no grande mercado que se abrirá, devido a exploração do pré-sal, estão, na realidade, gastando tempo e dinheiro em um curso que não os levará a lugar nenhum.</p>
<p>Cheguei até a escrever uma carta ao Ministério da Educação sobre esse assunto, mas não tive nenhuma resposta. Decidi, portanto, usar a força da internet, para divulgar este alerta. Os donos de escolas e faculdades, têm dinheiro e enorme poder de lobby junto aos congressistas, logo não haverá interesse em alertar os nossos jovens de que estão perdendo tempo em vez de se prepararem em cursos que realmente os ajudarão no futuro.</p>
<p>Espero ter ajudado e me ponho à disposição para esclarecer dúvidas remanescentes.</p>
<p>Abraço a todos e boa sorte,</p>
<p>Marcos Valério Silva.</p>
<p>Fonte: http://www.webartigos.com/artigos/curso-de-petroleo-e-gas-e-perda-de-tempo-e-dinheiro/31503/ Acessado em 05/04/2012 as 21:50.</p>
<p>Imagem: http://www.quebarato.com.br/petroleo-e-gas__52B186.html Acessado em 05/04/2012 as 21:50.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2847</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Densitometria Óssea Duvidas</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2289</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2289#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 12:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Densitometria Óssea]]></category>
		<category><![CDATA[Densitometria Óssea Dudivas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2289</guid>
		<description><![CDATA[Tire suas duvidas sobre densitometria óssea, esta matéria ira ajudar a esclarecer muitas delas. O que é densitometria óssea? A densitometria óssea é um exame de radiologia que mede, com rapidez e precisão, a densidade dos ossos. O resultado é comparado com padrões para idade e sexo. É principalmente usada para diagnosticar quadros de osteopenia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/01/DO.jpg"></a><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/01/desintometria.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2300" title="desintometria" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/01/desintometria-300x164.jpg" alt="" width="236" height="129" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong>Tire suas duvidas sobre densitometria óssea, esta matéria ira ajudar a esclarecer muitas delas.</strong></p>
<p><span id="more-2289"></span></p>
<p><strong>O que é densitometria óssea?</strong></p>
<p>A densitometria  óssea é um exame de radiologia que mede, com rapidez e precisão, a  densidade dos ossos. O resultado é comparado com padrões para idade e  sexo.</p>
<p>É principalmente  usada para diagnosticar quadros de osteopenia ou de osteoporose,  doenças nas quais a densidade e a quantidade de minerais são baixas, e o  risco de fraturas é alto. A osteopenia é uma afecção óssea na qual os  ossos perdem estes minerais e têm menor densidade, o que os torna mais  frágeis. Quando a perda óssea é grave, a afecção se chama osteoporose.</p>
<p>Os objetivos do  exame são: avaliar o grau de osteoporose, indicar a probabilidade de  fratura, possibilitar a obtenção da curva de perda óssea através do  tempo (quando a avaliação é feita periodicamente), e auxiliar no  tratamento médico.</p>
<p><strong>Quem deve fazer o exame?</strong></p>
<p>O exame está  indicado em mulheres em fase de pré-menopausa, menopausa, pós-menopausa,  em regime de reposição com hormônios estrógenos, e também nos  indivíduos em uso de hormônios tireoidianos, corticosteróides, e  medicamentos anticonvulsivantes.</p>
<p>Nas crianças,  está indicado quando há necessidade de acompanhamento do desenvolvimento  ósseo, em doenças osteometabólicas, e ocasionalmente em regimes  dietéticos para emagrecimento.</p>
<p><strong>Q</strong><strong>ue preparo é necessário?</strong></p>
<p>Caso a paciente  acredite estar grávida, ela deve notificar seu médico. A rotina diária  antes deste teste não precisa ser mudada, seja em relação a alimentos,  bebidas ou medicamentos ingeridos, exceto por medicamentos que contenham  cálcio. Estes medicamentos devem ser evitados por 24 horas antes do  exame de densitometria óssea.</p>
<p>O paciente não  deverá ter se submetido a exame de Medicina Nuclear previamente (72  horas) e não deverá ter realizado exame radiológico com uso de contraste  (aguardar pelo menos 5 dias).</p>
<p>No dia do teste, o paciente deverá comparecer com roupa sem metais (zíper, botões, broches, etc).</p>
<p><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/01/DO1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2291" title="DO" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/01/DO1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Como é feito o exame?</strong><br />
Atualmente, a técnica padrão para determinar a  densidade óssea é chamada densitometria por DEXA (dual-energy X-ray  absorptiometry). A densitometria por DEXA é simples e indolor, e leva de  dois a quatro minutos para ser realizada. A máquina mede a densidade  óssea detectando a extensão na qual os ossos absorvem fótons, que são  gerados por níveis baixos de raios X (Fótons são partículas atômicas sem  carga).</p>
<p>As medidas da  densidade mineral óssea são geralmente reportadas na concentração média  de cálcio, nas áreas escaneadas pelo aparelho. A densidade óssea é mais  comumente medida no quadril, do que na coluna ou punho.</p>
<p>A densitometria  óssea da coluna também pode ser medida, observa-se, entretanto, que a  densitometria óssea de coluna em idosos pode ser enganosa, pois pode  apresentar valores maiores que os reais, devido à compressão das  vértebras por alterações secundárias a quadros de artrite. Por isso, as  medidas de densidade podem se apresentar como normais ou elevadas, mas  os pacientes podem estar sob risco de fratura.</p>
<p><strong>Resultados do exame:</strong></p>
<p>O exame fornece o  valor absoluto da densidade mineral óssea, da área estudada, em mg/cm2.  A osteoporose é diagnosticada quando a densidade óssea cai ao ponto  onde fraturas acontecerão com um leve estresse local.</p>
<p>A osteoporose é  determinada pela medida da densidade óssea e comparando o resultado com  as referências. Deve ser notado que índices baixos de densidade óssea  não são muito específicos em determinar o risco de fraturas, sem se  considerar outros fatores de risco para ocorrência de fraturas.</p>
<p>Em geral, são seguidos os seguintes passos para determinar a osteoporose:</p>
<p>Densidade mineral óssea (Bone Mineral Density &#8211; BMD) é medida geralmente no osso do quadril, usando a densitometria óssea.</p>
<p>As medidas de  BMD são dadas em mg/cm2. Esta é a concentração média de mineral ósseo  nas áreas escaneadas. Em geral, o osso está normal se os resultados são  maiores que 833 mg/cm2. Uma baixa densidade óssea (osteopenia) está em  valores entre 648 e 833 mg/cm2. A osteoporose é diagnosticada com  resultados abaixo de 648 mg/cm2.</p>
<p>Estas medidas  ainda não se correlacionam com o real risco de fratura, devendo também  ser estimados os fatores de risco e outras considerações. O próximo  passo é comparar a BMD do paciente com a densidade óssea normal, que é  definida como a media de BMD em quadris de mulheres caucasianas  pré-menopausa.</p>
<p>Devido ao fato  das referencias serem baseadas em mulheres caucasianas, elas não  necessariamente se aplicam a homens ou a mulheres não caucasianas. Por  exemplo, os homens têm um menor risco de fratura no mesmo desvio padrão  que mulheres. Pesquisadores estão tentando estabelecer protocolos de  risco também para estes grupos.</p>
<p><strong>Existe algum cuidado após o exame?</strong></p>
<p>De um modo geral, as atividades podem ser retomadas imediatamente.</p>
<p>Fonte: http://www.ultramedical.com.br/noticias/231&#8211;densitometria-ossea-digital.html Acessado em 12/01/2011 as 10:16</p>
<p>Imagem: http://clinicanovaimagem.com.br/site/?page_id=104 Acessado em 16/01/2011 as 10:30.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2289</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que você tem feito pela sua empregabilidade?</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2707</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2707#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[empregabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2707</guid>
		<description><![CDATA[Uma das principais perguntas que você deve se fazer a respeito da sua carreira é: O que eu fiz para aumentar a minha empregabilidade neste ano? Esta é uma questão simples, mas que poucos profissionais se fazem durante o ano. Alguns por desconhecimento ou desinteresse sobre os rumos da própria carreira, outros para evitar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/08/carreira.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2708" title="carreira" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/08/carreira-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Uma das principais perguntas que você deve se fazer a respeito da sua  carreira é: O que eu fiz para aumentar a minha empregabilidade neste  ano?</strong></p>
<p><span id="more-2707"></span></p>
<p>Esta é uma questão simples, mas que poucos profissionais se fazem  durante o ano. Alguns por desconhecimento ou desinteresse sobre os rumos  da própria carreira, outros para evitar a dor da resposta e poucos,  poucos mesmo são os profissionais que fazem deste auto-questionamento um  recurso usado periodicamente para avaliar e orientar o plano de  carreira.</p>
<p>Questionar-se sobre o grau de empregabilidade faz o profissional  pensar sobre suas habilidades, seus pontos fracos e suas  potencialidades.  Não fazer esta auto-avaliação periódica é como fechar  os olhos para o futuro da sua carreira e vê-la ser carregada pelas ondas  de acontecimentos e pelos interesses de outras pessoas e não pelos  próprios projetos.</p>
<p>Para quem quer tornar esta avaliação um hábito, segue alguns temas  sobre os quais você deve refletir, com calma, sinceridade e  detalhamento:</p>
<p>* <strong>Cursos realizados</strong> – quais foram os principais  conhecimentos adquiridos durante este ano? Foram através de cursos? E o  que você aprendeu de importante através da experiência no dia-a-dia?</p>
<p>* <strong>Participação em projetos importantes – </strong>de que maneira você contribuiu para o sucesso dos projetos profissionais que você participa?</p>
<p>* <strong>Promoções recebidas</strong> – você está sendo valorizado? Deveria estar?</p>
<p>* <strong>Relacionamento inter-pessoal – </strong>como se deram os seus relacionamentos profissionais durante o ano?</p>
<p>* <strong>Rede de contatos profissionais</strong> – a sua rede de  contatos profissionais (networking) aumentou ou diminuiu? Você é  freqüentemente lembrado para participar de eventos profissionais? É  indicado para trabalhos com freqüência?</p>
<p>* <strong>Comunicação – </strong>você investiu na melhoria da sua comunicação? De que maneira?</p>
<p>* <strong>Nível de informação</strong> – podemos te considerar uma pessoa bem informada? Você sabe usar positivamente as informações que tem acesso?</p>
<p>* <strong>Saúde</strong> – este ano foi bom para a sua saúde? Tem cuidado corretamente dela?</p>
<p>* <strong>Finanças</strong> – sua vida financeira tem ajudado ou  atrapalhado o seu descanso e conseqüentemente a sua carreira? O que você  tem feito a respeito?</p>
<p>Estes são apenas alguns temas para reflexão, com estas informações  você poderá ter uma percepção melhor sobre o que está indo bem e pode  ser melhorado e que pontos você precisa se esforçar mais para melhorar a  sua empregabilidade.</p>
<p>Texto de: Luciano Leite. Psicólogo, professor e consultor.</p>
<p>Fonte: Profissional de Sucesso</p>
<p><a href="http://www.profissionaldesucesso.com.br/CarreiraComovaiasuaempregabilidade/tabid/952/Default.aspx">http://www.profissionaldesucesso.com.br/CarreiraComovaiasuaempregabilidade/tabid/952/Default.aspx</a></p>
<p>Imagem: http://www.logisticadescomplicada.com/serie-de-materias-sobre-carreira-e-profissao-em-logistica/ Acessado em 02/08/2011 as 12:59.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2707</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>8 DE NOVEMBRO RADIOATIVO &#8211; O Filme</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2839</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2839#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 12:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Radiologia & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[8 DE NOVEMBRO RADIOATIVO - O Filme]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2839</guid>
		<description><![CDATA[Reportagem-documentário que conta o que se passa na saúde pública, mais especificamente nos serviços de radiologia do Brasil. É uma mostra do que acontece na vida das pessoas quando o sistema está a serviço dos cartéis de enriquecimento ilícito, formado por farmácias, clínicas e hospitais dirigidos por gente corrupta e inescrupulosa. 8 DE NOVEMBRO RADIOATIVO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/11/8-DE-NOVEMBRO-RADIOATIVO-O-Filme.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2841" title="8 DE NOVEMBRO RADIOATIVO - O Filme" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/11/8-DE-NOVEMBRO-RADIOATIVO-O-Filme-300x164.png" alt="" width="262" height="143" /></a>Reportagem-documentário que conta o que se passa na saúde pública, mais especificamente nos serviços de radiologia do Brasil. É uma mostra do que acontece na vida das pessoas quando o sistema está a serviço dos cartéis de enriquecimento ilícito, formado por farmácias, clínicas e hospitais dirigidos por gente corrupta e inescrupulosa.</p>
<p><span id="more-2839"></span></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/31760613?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="265" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/31760613">8 DE NOVEMBRO RADIOATIVO &#8211; O Filme [HD] #8novRX</a> from <a href="http://vimeo.com/user9187340">Laercio Tomaz</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Fonte: http://www.conter.gov.br/radioativo/ Acessado em 08/11/2011 as 10:46</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2839</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entenda como funciona o tratamento de câncer no Brasil</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2834</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2834#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiologia & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Radioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[como funciona o tratamento de câncer no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2834</guid>
		<description><![CDATA[Enquanto na rede pública brasileira o paciente com câncer enfrenta uma longa espera por consultas, exames e pelo tratamento contra a doença, na rede privada é preciso lidar com a espera pela autorização dos convênios e com a falta de cobertura para remédios oncológicos. Saiba como o paciente é encaminhado para o tratamento contra o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/11/ratamento-de-câncer-no-Brasil.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2835" title="ratamento de câncer no Brasil" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/11/ratamento-de-câncer-no-Brasil-300x168.jpg" alt="" width="240" height="134" /></a>Enquanto na rede pública brasileira o paciente com  câncer enfrenta uma longa espera por consultas, exames e pelo tratamento  contra a doença, na rede privada é preciso lidar com a espera pela  autorização dos convênios e com a falta de cobertura para remédios  oncológicos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Saiba como o paciente é encaminhado para o tratamento contra o câncer nos dois casos.</strong></p>
<p><span id="more-2834"></span></p>
<h2>Rede pública</h2>
<p>Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente deve ir até a unidade  de saúde mais próxima de onde mora quando apresentar um sintoma ou  queixa de saúde.</p>
<p>Caso esta unidade não tenha condições de dar um  atendimento para o caso, ele será encaminhado para um ambulatório de  especialidades ou para um hospital. Lá, ele será visto por um médico  especialista na área, que vai pedir exames para comprovar a existência  do câncer.</p>
<p>Segundo o oncologista Rafael Kaliks, do  Instituto Oncoguia, este é o primeiro momento em que a pessoa pode  enfrentar atrasos. &#8220;Os pedidos são frequentemente recusados por falta de  médicos e horários. O paciente pode esperar meses até conseguir uma  consulta&#8221;, diz.</p>
<p>A depender da região onde está, o paciente pode  ser encaminhado diretamente para um hospital ou clínica que seja uma  Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON),  capacitada para tratar os tipos de câncer mais comuns no Brasil, ou para  um Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), que  pode tratar qualquer tipo.</p>
<p>Outra opção é que a pessoa seja encaminhada para  um centro de excelência, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no  Rio de Janeiro, ou o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo  (Icesp).</p>
<p>Para ser aceito nestes locais, é preciso ter  sido indicado por uma unidade que faça parte do sistema de referências  do centro, que tem autorização para encaminhar pacientes para ele. Além  disso, o paciente tem que apresentar os exames específicos que comprovem  o câncer.</p>
<p>Em seguida, o paciente é cadastrado e passa por  uma nova triagem, que determinará se ele necessita de tratamento  oncológico naquele local.</p>
<p>No Inca e no Icesp, dois centros de referência  no Brasil, o tempo de espera entre a triagem e a autorização para o  início do tratamento chega a 30 dias, de acordo com os médicos.</p>
<p>A partir deste momento, o paciente começa a  espera por uma vaga para os tratamentos de radioterapia, quimioterapia e  cirurgia, que pode ultrapassar os três meses.</p>
<h2>Rede privada</h2>
<p>Ao apresentar sintomas, a pessoa deve ir ao  ambulatório de um hospital na rede de cobertura do seu plano ou marcar  uma consulta com um médico dessa mesma rede.</p>
<p>&#8220;Os convênios de saúde privados têm a obrigação  de conseguir uma consulta para o paciente com câncer dentro do prazo de  um mês. Por isso, caso não seja possível marcar com um ou mais médicos  do plano dentro desse prazo, o paciente pode ligar para a empresa e  exigir a consulta&#8221;, diz Rafael Kalilks.</p>
<p>Após a consulta, o médico precisa pedir  autorização para o convênio para realizar os exames. De um modo geral, a  empresa tem até cinco dias úteis para autorizá-lo, mas esse prazo pode  ser estendido por mais cinco dias caso a empresa peça &#8220;informações  adicionais&#8221; ao médico.</p>
<p>Depois dos exames, o convênio ainda precisará  aprovar o tratamento indicado para o paciente. De acordo com o caso, o  tratamento pode começar imediatamente depois da autorização ou em cerca  de duas semanas.</p>
<p>No entanto, o paciente da rede privada ainda  pode ter que enfrentar problemas durante o tratamento com remédios  prescritos pelo médico, segundo Kaliks.</p>
<p>&#8220;Os convênios quase nunca cobrem a compra de  medicamentos orais porque a ANS (Agência Nacional de Saúde) não exige  que eles cubram. Mas cerca de 30% de todos os medicamentos do tratamento  oncológico são por via oral, e esse número deve chegar a 80% nos  próximos anos.&#8221;</p>
<p>Caso não possa pagar pelos remédios, que chegam a  custar R$ 15 mil por mês, o paciente pode entrar na Justiça contra o  Estado brasileiro. Mas em geral, o processo dura menos de um mês e é  favorável ao paciente.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/11/111101_cancer_passoapasso_cc.shtml Acessado em 03/11/2011 as 10:52.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2834</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curso Radiologia Industrial do Instituto Brasileiro de Radiologia</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2824</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2824#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 12:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiologia Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Radiologia Industrial SP]]></category>
		<category><![CDATA[curso radiologia industrial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2824</guid>
		<description><![CDATA[Este curso é uma boa opção para estudantes e profissionais que desejam atuar na área mais aquecida do momento por causa do pré-sal, o projeto do IBR visa o aluno conhecer os mais de 20 segmentos da área de Radiologia Industrial abordando os seguintes conteúdos: Sobre a área de Radiologia Industrial Mercado de Trabalho Áreas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/RI.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2825" title="RI" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/RI.jpg" alt="" width="232" height="129" /></a>Este curso é uma boa opção para estudantes e profissionais que desejam atuar na área mais aquecida do momento por causa do pré-sal, o projeto do IBR visa o aluno conhecer os mais de 20 segmentos da área de Radiologia Industrial abordando os seguintes conteúdos:</strong></p>
<p><strong><span id="more-2824"></span><br />
</strong></p>
<p><strong>Sobre a área de Radiologia Industrial </strong></p>
<p>Mercado de Trabalho</p>
<p>Áreas de Atuação</p>
<p>Carreira Profissional</p>
<p>Sistemas de Qualificação</p>
<p><strong>Conteúdos Específicos </strong></p>
<p>Irradiação de Alimentos e Materiais</p>
<p>END – Ensaios não Destrutivos</p>
<p>Inspeção por Fluoroscopia: Body Scanner, Bagagens e Container</p>
<p>Radioproteção</p>
<p><strong>O curso de Radiologia Industrial é dividido em 2 Níveis </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>NÍVEL 1 (20 horas) </strong></p>
<p>Direcionado aos conceitos básicos da área de Radiologia Industrial, mercado de trabalho área de atuação, carreira profissional e os sistemas de qualificação.</p>
<p><strong>NÍVEL 2 (60 horas) </strong></p>
<p>Direcionado a preparação para as qualificações profissionais fornecendo todo material didático para estudo e orientação para a carreira profissional.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Comentário do Prof. Rodrigo Mendes, Especialista em Radiologia Industrial </strong></p>
<p>A grande dificuldade das pessoas que desejam atuar na área de Radiologia Industrial é o desconhecimento, muitos não sabem que há muitas opções de carreiras e acabam investindo e às vezes muito alto em uma carreira sem conhecimento algum ou conhecimentos superficiais “<strong>isso quer dizer</strong>” conhecimentos adquiridos por matérias de jornais, sites, revistas, pessoas de outras áreas, entre outros, todas estas informações são relevantes mais devemos buscar informações em fontes seguras com profissionais que atuam a muitos anos nesta área estes são os mais indicados por conhecerem a realidade deste mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A escolha de uma carreira profissional é algo serio que deve ser analisando, planejado e principalmente saber se é aquilo que realmente trará uma satisfação a você nem sempre a questão financeira é a melhor opção” </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Para maiores informações acesse</span>: <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.ibrcursos.com/">www.ibrcursos.com</a></span></strong></p>
<p style="text-align: center;">
Qualquer duvida entre em contato com a nossa central de atendimento ou através do email: <a href="http://ibrcursos.com:2095/cpsess8633336641/horde/imp/message.php?mailbox=INBOX.Enviado&amp;index=945">contato@ibrcursos.com</a> e esclareça suas duvidas.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Central de Atendimento de segunda a sexta das 8:00 as 17:00.</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Sábado das 8:00 as 12:00</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Ligue Agora: (011) 2836-1300</strong></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2824</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas desenvolvem técnica que pode criar células-tronco personalizadas</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2817</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2817#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 14:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiologia & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco personalizadas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2817</guid>
		<description><![CDATA[Uma equipe de cientistas de Nova York afirmou  que estão mais perto de conseguirem criar a chamada célula-tronco personalizada. A técnica envolve pegar um óvulo humano e combiná-lo com uma célula de outra pessoa. Segundo os pesquisadores, os resultados podem ser usados para tratar várias doenças, já que seria possível produzir, de maneira personalizada para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/células-tronco-personalizadas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2818" title="células-tronco personalizadas" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/células-tronco-personalizadas-300x168.jpg" alt="" width="204" height="114" /></a>Uma equipe de cientistas de Nova York afirmou  que  estão mais perto de conseguirem criar a chamada célula-tronco  personalizada.</strong></p>
<p><strong><span id="more-2817"></span><br />
</strong></p>
<p>A técnica envolve pegar um óvulo humano e combiná-lo com uma célula de outra pessoa.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, os resultados podem ser usados para tratar  várias doenças, já que seria possível produzir, de maneira personalizada  para cada paciente,células saudáveis para substituir as doentes.</p>
<p>Em um artigo para a revista científica <em>Nature</em>,  a equipe Fundação de Células-Tronca do Nova York disse ter usado uma  tecnologia de clone (chamada transferência de núcleos de célula  somática) para criar células-tronco embrionária para combinar com o DNA  específico de cada pessoa.</p>
<p><strong>Potencial</strong></p>
<p>As células-tronco têm um grande potencial na  medicina, à medida que podem ser desenvolvidas em qualquer outro tipo de  célula no corpo.</p>
<p>Ao se criar células do coração, por exemplo, talvez seja possível reparar os danos causados por um ataque cardíaco.</p>
<p>Já há alguns testes clínicos em curso. O  primeiro feito com células-tronco embrionárias da Europa está sendo  feito em Londres e é relacionado a um tratamento para a perda  progressiva da visão.</p>
<p>O teste, porém, não usa as próprias células dos  pacientes e por isso é necessário o uso de imunossupressores para evitar  o risco de rejeição. E é por isso que o teste da equipe americana é tão  importante.</p>
<p><strong>Interrogação</strong></p>
<p>O pesquisador Dieter Egli, do laboratório da  Fundação de Células-Tronca de Nova York, afirma que havia até então um  grande ponto de interrogação sobre a possibilidade de a técnica do clone  ser usada em seres humanos.</p>
<p>“Outras equipes já haviam tentado, mas  falharam”, disse, explicando que seu grupo também não conseguiu ser  bem-sucedido ao usar as técnicas tradicionais.</p>
<p>Quando eles removeram o material genético de um  óvulo e o substituíram com cromossomos de uma célula epitelial, o óvulo  se dividiu, mas não passou do estágio de 6 a 12 células.</p>
<p>No entanto, quando eles deixaram o material  genético no próprio óvulo e adicionaram os cromossomos epiteliais, o  óvulo se desenvolveu até o estágio do blastocisto, que pode contar até  100 células e é usado como fonte para células-tronco embrionárias.</p>
<p>“As células produzidas por nossa equipe ainda  não são para uso terapêutico. Ainda há muito a ser feito”, afirmou Egli à  BBC. “Vemos isso como um passo adiante na estrada, porque agora sabemos  que óvulos podem transformar células adultas especializadas, como  células da pele, em células-tronco.”</p>
<p>Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/10/111005_celula_tronco_mdb.shtml Acessado em 13/10/2011 as 11:49.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2817</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vacina pode transformar ameaça de HIV em &#8216;infecção menor&#8217;</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2812</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2812#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 15:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiologia & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina HIV]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2812</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisadores da Espanha testaram uma vacina contra o HIV e conseguiram limitar a ameaça do vírus à uma infecção de gravidade menor comparável a herpes em 90% dos voluntários que participaram da pesquisa. A vacina desenvolvida pelo Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha se chama MVA-B e foi testada em 30 voluntários saudáveis, 24 receberam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/Vacina-pode-transformar-ameaça-de-HIV-em-infecção-menor.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2814" title="Vacina pode transformar ameaça de HIV em 'infecção menor'" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/Vacina-pode-transformar-ameaça-de-HIV-em-infecção-menor-300x168.jpg" alt="" width="205" height="114" /></a>Pesquisadores da Espanha testaram uma vacina contra o HIV e conseguiram limitar a ameaça do vírus à uma infecção de gravidade menor comparável a herpes em 90% dos voluntários que participaram da pesquisa.</strong></p>
<p><strong><span id="more-2812"></span><br />
</strong></p>
<p>A vacina desenvolvida pelo Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha se chama MVA-B e foi testada em 30 voluntários saudáveis, 24 receberam o tratamento com a vacina e outros seis receberam um placebo.</p>
<p>Os testes clínicos estão na primeira fase e, além dos 90% dos voluntários terem desenvolvido uma resposta imune ao vírus, 85% deles mantiveram esta resposta durante, pelo menos, um ano.</p>
<p>Os resultados da pesquisa foram publicados nas revistas especializadas Vaccine e Journal of Virology.</p>
<p><strong>Treinamento</strong></p>
<p>O sucesso do tratamento tem como base o fato de que o sistema imunológico pode ser treinado para responder a partículas do vírus e células infectadas.</p>
<p>Segundo o professor Mariano Esteban, o pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina, o processo com a MVA-B funciona como &#8220;mostrar uma foto do HIV para que (o sistema imunológico) seja capaz de reconhecê-lo se o encontrá-lo no futuro&#8221;.</p>
<p>As células principais desta experiência são os linfócitos T e B, os &#8220;soldados&#8221; encarregados de detectar substâncias estranhas no organismo e enviar os sinais necessários para destruí-las.</p>
<p>&#8220;Nosso organismo está repleto de linfócitos, cada um programado para lutar contra uma patogenia diferente&#8221;, disse o cientista.</p>
<p>&#8220;É preciso submetê-los a um treinamento quando se trata de uma patogenia que não podem vencer naturalmente, como é o caso do HIV&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Os linfócitos B produzem os anticorpos que atacam o vírus antes que eles infectem as células. Os exames de sangue dos voluntários feitos na 48ª semana do tratamento revelaram que 72,7% dos voluntários tratados mantiveram os anticorpos específicos contra o HIV.</p>
<p>Os linfócitos T, por sua vez, são encarregados de detectar e destruir as células infectadas. Os exames de sangue realizados na 48ª semana do tratamento, 32 semanas depois da última aplicação da vacina, revelaram que 38,5% desenvolveram um tipo de linfócito T que luta contra o HIV, chamado CD4+. Outros 69,2% tinham desenvolvido outro tipo de linfócito T que luta contra o vírus, chamado CD8+.</p>
<p><strong>Cautela e próximos passos</strong></p>
<p>Os pesquisadores informaram que não ocorreu nenhum efeito adverso e a saúde dos voluntários no teste da vacina não foi afetada.</p>
<p>Mas, apesar do otimismo, os médicos envolvidos nos testes recomendam cautela.</p>
<p>&#8220;Os resultados precisam ser encarados com cautela, já que o tratamento só foi feito em 30 voluntários e, ainda que estimulem uma resposta potente na maioria dos casos, é cedo para prever se as defesas induzidas (pela vacina) vão evitar a infecção&#8221;, disse o médico Felipe García, responsável pela equipe de pesquisa da vacina no Hospital Clínic, em Barcelona.</p>
<p>O próximo passo da pesquisa espanhola é verificar a eficácia da vacina em pessoas infectadas com o HIV, para verificar se ela realmente reduz a contagem viral.</p>
<p>O pesquisador Mariano Esteban demonstra otimismo com as próximas fases.</p>
<p>&#8220;A vacina MVA-B provou ser tão potente como qualquer outra vacina em estudo atualmente, ou ainda mais&#8221;, afirmou.</p>
<p>Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110930_aids_vacina_espanha_fn.shtml Acessado em 10/10/2011 as 11:51</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2812</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RADIOLOGIA INDUSTRIAL uma grande oportunidade na era pré-sal</title>
		<link>http://portaldaradiologia.com/?p=2801</link>
		<comments>http://portaldaradiologia.com/?p=2801#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 20:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiologia Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[abendi]]></category>
		<category><![CDATA[CNEN]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-sal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://portaldaradiologia.com/?p=2801</guid>
		<description><![CDATA[Com o descobrimento do pré-sal o Brasil esta investindo 600 bilhões de dólares em novas pesquisas, perfurações, equipamentos, e construções e há uma grande preocupação em relação à mão de obra qualificada, serão necessários milhares de profissionais qualificados e preparados para atender esta nova realidade, e parte destes profissionais são da área de Radiologia Industrial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/Pre-sal-2011-2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2802" title="Pre-sal 2011 2012" src="http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2011/10/Pre-sal-2011-2012.jpg" alt="" width="204" height="233" /></a>Com o descobrimento do pré-sal o Brasil esta investindo 600 bilhões de dólares em novas pesquisas, perfurações, equipamentos, e construções e há uma grande preocupação em relação à mão de obra qualificada, serão necessários milhares de profissionais qualificados e preparados para atender esta nova realidade, e parte destes profissionais são da área de Radiologia Industrial, veja a seguir como se preparar para este mercado.</strong></p>
<p><strong><span id="more-2801"></span><br />
</strong></p>
<p>Quem deseja atuar na área de Radiologia Industrial e ter uma boa remuneração e uma carreira promissora este é o momento certo, este mercado cresceu muito após o descobrimento do pré-sal gerando milhares de empregos diretos e indiretos, mas fique atento este seguimento é dividido em muitas categorias e níveis de qualificação e saber qual é a melhor opção é uma tarefa difícil para quem não tem conhecimento nesta área.</p>
<p>Pesando nisso o Instituto Brasileiro de Radiologia lança o curso Radiologia Industrial de 20 e 60 horas com intuito de mostrar as áreas de atuação, mercado de trabalho, processos de qualificação e os órgãos competentes, com este conhecimento o aluno terá a capacidade de planejar e investir no segmento desejado, além de obter um material didático completo que irá auxiliar para as qualificações.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Site do Instituto Brasileiro de Radiologia</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ibrcursos.com/">www.ibrcursos.com</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A melhor forma de conhecer está área é obter o conhecimento, é isto mesmo CONHECIMENTO esta palavra é a chave para sucesso profissional, investir em uma carreira algo sério que precisar ser analisando e planejado com cautela e ter ciência do que esta fazendo” </strong></p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Vídeo sobre o pré-sal </span></em></strong></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/6XaGYcV8TOM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Imagem:</span></em></strong> http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/1-o-que-e-o-pre-sal/Acessado em 03/10/2011 as 16:30.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://portaldaradiologia.com/?feed=rss2&amp;p=2801</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

