crânioSabemos que a área da saúde apresenta uma linguagem própria. Pessoas que escutam profissionais da área conversando não compreendem nada. Alguns amigos relatam que conversamos em código, para que o paciente não saiba o que se passa. Claro, são comentários leigos. Nossa terminologia possui embasamento secular. Foi padronizada, permitindo a comunicação clara entre profissionais de diversas partes do mundo. A base da linguagem empregada ao corpo humano está na Anatomia. Uma disciplina básica do currículo da saúde estuda por todos os profissionais que decidiram se embrenhar na área . Entretanto, percebemos que a resistência na utilização da terminologia oficial é grande. Muitos profissionais não se atualizam. Os motivos para isso são muitos, como: falta de tempo, falta de informação, comodismo ou até mesmo “sempre me fiz assim, porque mudar? o termo correto é apenas um detalhe!”. Bem amigos, acho oportuno dizer que profissionais se diferenciam dos demais por detalhes. Ou melhor, aproveitarei para relembrar uma passagem triste “Perdemos o jogo para Holanda por detalhes”. Detalhes são fundamentais, nos diferenciam no mercado extremamente competitivo. Por isso resolvi postar esse assunto, e levá-los a uma reflexão maior sobre isso.Muitos clínicos utilizam os consagrados e epônimos. Nomes próprios empregados para denominar estruturas do corpo humano. Conhecemos diversos, não apenas os profissionais da saúde, mas em geral. Quem nunca ouviu: “Estou com dor no meu tendão de Aquiles!”. (more…)